Última atualização: 25/06/2026

Calculadora de Subsídio de Desemprego Portugal 2026 - IEFP e Segurança Social

Calcule o subsídio de desemprego em Portugal com dados oficiais 2026. Simulação precisa para desemprego total, parcial, tecnológico e estrutural. Ferramenta gratuita baseada nas regras do IEFP e Segurança Social.

Dados versionados e fontes oficiais

Calculadora de Subsídio de Desemprego Portugal 2026

Como funciona o cálculo do subsídio de desemprego

O subsídio de desemprego em Portugal é calculado com base na média dos últimos 12 meses de rendimentos, aplicando percentagens específicas conforme o tipo de desemprego e ajustando por dependentes e regras especiais.

A nossa calculadora considera todos os tipos de desemprego: total (65%), parcial (45%), tecnológico (70%) e estrutural (60%), além da majoração de 10% para agregados com filhos a cargo nas condições previstas pela Segurança Social.

Informações básicas

Salário médio dos últimos 12 meses de trabalho

Salário do último mês trabalhado

Tipo de desemprego

Majoração (opcional)

Período do subsídio

Requisitos

Introdução: como funciona o subsídio de desemprego

O subsídio de desemprego é calculado sobre a média dos últimos 12 meses de remuneração, aplicando uma percentagem base e ajustando por bónus (idade, dependentes, deficiência, região). Esta página resume regras, durações, exemplos e requisitos para 2026. Combine este simulador com a calculadora de salário líquido para estimar o impacto fiscal.

Tipos cobertos: desemprego total (65%), parcial (45%), tecnológico (70%) e estrutural (60%). O valor final respeita limites mínimo/máximo ligados à RMMG e ao seu histórico contributivo.

Tipos de subsídio e percentagens

Desemprego Total

65% sobre a média remuneratória.

Disponibilidade total para trabalhar.

Desemprego Parcial

45% com redução temporária de horário.

Mantém parte do vínculo laboral.

Desemprego Tecnológico

70% para reestruturações tecnológicas.

Desemprego Estrutural

60% por fecho de empresa/setor.

Duração do subsídio por período contributivo

Período contributivoDuração máxima
12 a 23 meses6 meses
24 a 35 meses9 meses
36 a 47 meses12 meses
48 a 59 meses15 meses
60 a 71 meses18 meses
72 meses ou mais24 meses

Valores de referência 2026. Consulte sempre a Segurança Social para confirmação.

Bónus e fatores de majoração

Idade avançada

+5% para 50+ anos.

Deficiência

+10% para titulares com deficiência.

Família numerosa

+8% para 3+ dependentes.

Regiões autónomas

+3% para Açores e Madeira.

Passos para pedir o subsídio (2026)

  1. Inscreva-se no centro de emprego até 90 dias após ficar desempregado.
  2. Reúna documentos: declaração da entidade empregadora (mod. 5044), último recibo de remuneração e IBAN.
  3. Submeta o requerimento na Segurança Social Direta ou presencialmente.
  4. Acompanhe convocações do IEFP; faltas injustificadas podem suspender o apoio.
  5. Entregue prova de rendimentos se fizer trabalhos temporários; evita devoluções.

Documentos e prazos essenciais

Prazos indicativos: inscrição em 90 dias; resposta ao IEFP tipicamente em 10-20 dias úteis após entrega completa.

  • Declaração de situação de desemprego (entidade empregadora).
  • Identificação e IBAN válidos.
  • Histórico contributivo disponível na Segurança Social Direta.
  • Comprovativos de dependentes/deficiência para aplicar bónus.

Dica: mantenha cópias digitais e valide IBAN antes de submeter para evitar atrasos.

Checklist rápida de aprovação

  • 12 meses de contribuições nos últimos 24? ✅
  • Inscrição no IEFP validada? ✅
  • Documentos completos e IBAN confirmado? ✅
  • Disponibilidade para emprego e formações registada? ✅
  • Comunicação de rendimentos temporários prevista? ✅

Exemplos práticos de cálculo

Exemplo 1: Desemprego total

Média 12 meses: 1.200€ | 1 dependente | 35 anos | Continente.

Cálculo: 1.200 × 65% × (1 + 10%) ≈ 858€/mês.

Exemplo 2: Tecnológico com bónus

Média: 1.500€ | 2 dependentes | 55 anos | Açores.

Cálculo: 1.500 × 70% × (1 + 12% + 5% + 3%) ≈ 1.260€/mês.

Exemplo 3: Parcial

Média: 1.000€ | sem dependentes | 40 anos.

Cálculo: 1.000 × 45% = 450€/mês.

Requisitos e obrigações

  • Mínimo 12 meses de contribuições nos últimos 24 meses.
  • Inscrição no centro de emprego e disponibilidade para trabalhar.
  • Procura ativa de emprego e presença em convocações.
  • Não recusar ofertas adequadas nem formações convocadas.
  • Comunicar rendimentos/trabalho temporário quando ocorrer.

Limites, avisos e suspensão

  • Resultado é indicativo; confirme na Segurança Social e IEFP.
  • Valores mínimo e máximo vinculados à RMMG em vigor.
  • Suspensão pode ocorrer por incumprimento de obrigações.
  • Declara rendimentos extras; evitar devoluções e coimas.

Erros comuns a evitar

Evite atrasos e suspensões garantindo estes cuidados:

  • Não ultrapassar 90 dias para inscrição no centro de emprego.
  • Atualizar contacto/IBAN antes do deferimento.
  • Responder a convocações e formações; faltas injustificadas suspendem.
  • Reportar rendimentos ocasionais de imediato.
  • Validar que o vínculo terminou por motivo elegível (despedimento, fim de contrato, etc.).

Perguntas frequentes

Tenho de declarar todos os 12 meses?

Introduza até 12 rendimentos; calculamos a média dos valores fornecidos.

Como funcionam dependentes?

Aplicamos o fator do dataset (8% a 12%) por dependente, conforme tipo de desemprego.

Posso acumular part-time?

Em desemprego parcial, pode acumular trabalho reduzido; em total, verifique regras de acumulação e comunicação de rendimentos.

Quando recebo o primeiro pagamento?

Após deferimento do pedido e validação de requisitos; normalmente algumas semanas.

O valor é atualizado com a RMMG?

Sim, limites mínimo e máximo acompanham a RMMG anual.

Bónus regionais aplicam-se a todos?

Apenas residentes nas Regiões Autónomas (Açores/Madeira) e conforme regulamentação.

Como renovar ou prolongar?

Dependendo do regime, pode haver prolongamento do subsídio social de desemprego; confirme no IEFP.

Este cálculo é oficial?

Não. É indicativo; use para planeamento e confirme nos canais oficiais.

Calculadoras relacionadas

Ferramentas complementares que podem ser úteis para o seu caso

💡 Dica: Todas as calculadoras utilizam dados oficiais atualizados e podem ser usadas em conjunto para um planeamento financeiro completo.

Considere este resultado apenas como referência. Confirme sempre com a Segurança Social.

Perguntas frequentes

Como é calculado o subsídio de desemprego?
O subsídio é calculado com base na média dos últimos 12 meses de rendimentos, aplicando uma percentagem base (65% para desemprego total) e ajustando por dependentes e regras especiais.
Quais são os tipos de desemprego considerados?
Incluímos desemprego total (65%), parcial (45%), tecnológico (70%) e estrutural (60%), cada um com percentagens e limites específicos.
Como funciona a duração do subsídio?
A duração varia de 6 a 24 meses dependendo do período contributivo: 12-23 meses (6 meses), 24-35 meses (9 meses), até 72+ meses (24 meses).
Que majorações são aplicadas?
Majoração de 10% quando ambos os cônjuges desempregados têm filhos a cargo, ou em agregado monoparental que não recebe pensão de alimentos. Requer requerimento próprio à Segurança Social.
O valor é oficial?
Não. Serve apenas de referência e deve confirmar com a Segurança Social e IEFP.
É necessário rendimento dos 12 meses?
Pode inserir até 12 valores mensais; calculamos a média dos valores fornecidos.
Como tratam os dependentes?
Aplicamos o fator definido no dataset para cada dependente informado, variando entre 8% e 12% conforme o tipo de desemprego.
Quais são os requisitos para receber o subsídio?
Mínimo 12 meses de contribuições, disponibilidade para trabalhar, inscrição no centro de emprego e cumprimento das obrigações de procura ativa de emprego.