Última atualização: 05/01/2026

Calculadora de Subsídio de Desemprego Portugal 2026 - IEFP e Segurança Social

Calcule o subsídio de desemprego em Portugal com dados oficiais 2026. Simulação precisa para desemprego total, parcial, tecnológico e estrutural. Ferramenta gratuita baseada nas regras do IEFP e Segurança Social.

Dados versionados e fontes oficiais

Calculadora de Subsídio de Desemprego Portugal 2026

Como funciona o cálculo do subsídio de desemprego

O subsídio de desemprego em Portugal é calculado com base na média dos últimos 12 meses de rendimentos, aplicando percentagens específicas conforme o tipo de desemprego e ajustando por dependentes e regras especiais.

A nossa calculadora considera todos os tipos de desemprego: total (65%), parcial (45%), tecnológico (70%) e estrutural (60%), além de aplicar bónus por idade avançada, deficiência, família numerosa e regiões autónomas.

Informações básicas

Salário médio dos últimos 12 meses de trabalho

Salário do último mês trabalhado

Tipo de desemprego e região

Campos especiais (opcional)

Período do subsídio

Requisitos

Introdução: como funciona o subsídio de desemprego

O subsídio de desemprego é calculado sobre a média dos últimos 12 meses de remuneração, aplicando uma percentagem base e ajustando por bónus (idade, dependentes, deficiência, região). Esta página resume regras, durações, exemplos e requisitos para 2026. Combine este simulador com a calculadora de salário líquido para estimar o impacto fiscal.

Tipos cobertos: desemprego total (65%), parcial (45%), tecnológico (70%) e estrutural (60%). O valor final respeita limites mínimo/máximo ligados à RMMG e ao seu histórico contributivo.

Tipos de subsídio e percentagens

Desemprego Total

65% sobre a média remuneratória.

Disponibilidade total para trabalhar.

Desemprego Parcial

45% com redução temporária de horário.

Mantém parte do vínculo laboral.

Desemprego Tecnológico

70% para reestruturações tecnológicas.

Desemprego Estrutural

60% por fecho de empresa/setor.

Duração do subsídio por período contributivo

Período contributivoDuração máxima
12 a 23 meses6 meses
24 a 35 meses9 meses
36 a 47 meses12 meses
48 a 59 meses15 meses
60 a 71 meses18 meses
72 meses ou mais24 meses

Valores de referência 2026. Consulte sempre a Segurança Social para confirmação.

Bónus e fatores de majoração

Idade avançada

+5% para 50+ anos.

Deficiência

+10% para titulares com deficiência.

Família numerosa

+8% para 3+ dependentes.

Regiões autónomas

+3% para Açores e Madeira.

Passos para pedir o subsídio (2026)

  1. Inscreva-se no centro de emprego até 90 dias após ficar desempregado.
  2. Reúna documentos: declaração da entidade empregadora (mod. 5044), último recibo de remuneração e IBAN.
  3. Submeta o requerimento na Segurança Social Direta ou presencialmente.
  4. Acompanhe convocações do IEFP; faltas injustificadas podem suspender o apoio.
  5. Entregue prova de rendimentos se fizer trabalhos temporários; evita devoluções.

Documentos e prazos essenciais

Prazos indicativos: inscrição em 90 dias; resposta ao IEFP tipicamente em 10-20 dias úteis após entrega completa.

  • Declaração de situação de desemprego (entidade empregadora).
  • Identificação e IBAN válidos.
  • Histórico contributivo disponível na Segurança Social Direta.
  • Comprovativos de dependentes/deficiência para aplicar bónus.

Dica: mantenha cópias digitais e valide IBAN antes de submeter para evitar atrasos.

Checklist rápida de aprovação

  • 12 meses de contribuições nos últimos 24? ✅
  • Inscrição no IEFP validada? ✅
  • Documentos completos e IBAN confirmado? ✅
  • Disponibilidade para emprego e formações registada? ✅
  • Comunicação de rendimentos temporários prevista? ✅

Exemplos práticos de cálculo

Exemplo 1: Desemprego total

Média 12 meses: 1.200€ | 1 dependente | 35 anos | Continente.

Cálculo: 1.200 × 65% × (1 + 10%) ≈ 858€/mês.

Exemplo 2: Tecnológico com bónus

Média: 1.500€ | 2 dependentes | 55 anos | Açores.

Cálculo: 1.500 × 70% × (1 + 12% + 5% + 3%) ≈ 1.260€/mês.

Exemplo 3: Parcial

Média: 1.000€ | sem dependentes | 40 anos.

Cálculo: 1.000 × 45% = 450€/mês.

Requisitos e obrigações

  • Mínimo 12 meses de contribuições nos últimos 24 meses.
  • Inscrição no centro de emprego e disponibilidade para trabalhar.
  • Procura ativa de emprego e presença em convocações.
  • Não recusar ofertas adequadas nem formações convocadas.
  • Comunicar rendimentos/trabalho temporário quando ocorrer.

Limites, avisos e suspensão

  • Resultado é indicativo; confirme na Segurança Social e IEFP.
  • Valores mínimo e máximo vinculados à RMMG em vigor.
  • Suspensão pode ocorrer por incumprimento de obrigações.
  • Declara rendimentos extras; evitar devoluções e coimas.

Erros comuns a evitar

Evite atrasos e suspensões garantindo estes cuidados:

  • Não ultrapassar 90 dias para inscrição no centro de emprego.
  • Atualizar contacto/IBAN antes do deferimento.
  • Responder a convocações e formações; faltas injustificadas suspendem.
  • Reportar rendimentos ocasionais de imediato.
  • Validar que o vínculo terminou por motivo elegível (despedimento, fim de contrato, etc.).

Perguntas frequentes

Tenho de declarar todos os 12 meses?

Introduza até 12 rendimentos; calculamos a média dos valores fornecidos.

Como funcionam dependentes?

Aplicamos o fator do dataset (8% a 12%) por dependente, conforme tipo de desemprego.

Posso acumular part-time?

Em desemprego parcial, pode acumular trabalho reduzido; em total, verifique regras de acumulação e comunicação de rendimentos.

Quando recebo o primeiro pagamento?

Após deferimento do pedido e validação de requisitos; normalmente algumas semanas.

O valor é atualizado com a RMMG?

Sim, limites mínimo e máximo acompanham a RMMG anual.

Bónus regionais aplicam-se a todos?

Apenas residentes nas Regiões Autónomas (Açores/Madeira) e conforme regulamentação.

Como renovar ou prolongar?

Dependendo do regime, pode haver prolongamento do subsídio social de desemprego; confirme no IEFP.

Este cálculo é oficial?

Não. É indicativo; use para planeamento e confirme nos canais oficiais.

Calculadoras relacionadas

Ferramentas complementares que podem ser úteis para o seu caso

💡 Dica: Todas as calculadoras utilizam dados oficiais atualizados e podem ser usadas em conjunto para um planeamento financeiro completo.

Considere este resultado apenas como referência. Confirme sempre com a Segurança Social.

Perguntas frequentes

Como é calculado o subsídio de desemprego?
O subsídio é calculado com base na média dos últimos 12 meses de rendimentos, aplicando uma percentagem base (65% para desemprego total) e ajustando por dependentes e regras especiais.
Quais são os tipos de desemprego considerados?
Incluímos desemprego total (65%), parcial (45%), tecnológico (70%) e estrutural (60%), cada um com percentagens e limites específicos.
Como funciona a duração do subsídio?
A duração varia de 6 a 24 meses dependendo do período contributivo: 12-23 meses (6 meses), 24-35 meses (9 meses), até 72+ meses (24 meses).
Que bónus são aplicados?
Bónus por idade avançada (50+ anos: +5%), deficiência (+10%), família numerosa (3+ dependentes: +8%) e regiões autónomas (+3%).
O valor é oficial?
Não. Serve apenas de referência e deve confirmar com a Segurança Social e IEFP.
É necessário rendimento dos 12 meses?
Pode inserir até 12 valores mensais; calculamos a média dos valores fornecidos.
Como tratam os dependentes?
Aplicamos o fator definido no dataset para cada dependente informado, variando entre 8% e 12% conforme o tipo de desemprego.
Quais são os requisitos para receber o subsídio?
Mínimo 12 meses de contribuições, disponibilidade para trabalhar, inscrição no centro de emprego e cumprimento das obrigações de procura ativa de emprego.